S audade, porque me persegues? Porque tornas
I nabaláveis as
L embranças da minha
V ida? Sinto que estou a tornar-me numa pessoa
I nflexível e
A zeda por não saber o que deva
E sperar. Será que deva pegar num
L ápis e fazer dele a minha
E sperança, fazendo
N ascer um mundo sem
A bismos?
F orçando uma condição que não
E xiste? As minhas
R aízes são-me tanto e parece que
N inguém percebe…
A pesar de tudo, acredito
N um novo dia em que as tristezas serão
D estruídas, os erros
E xtintos e a
S olidão apagada.
P intarei
I lusões
N em que seja num reles papel, e refarei a minha
H istória num
O caso ao pé do mar…